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Tá no cinema: Lucy

7 out

Sábado fomos ao cinema assistir a “Lucy” e não houve arrependimentos. Do mesmo criador de “O Quinto Elemento”, o filme tem tudo que uma boa ação/ficção científica deve ter: ideologia, herói (nesse caso heroína, Scarlett Johansson), uma anormalidade, e muita ação.

Lucy

O filme mistura cenas de pesquisas científicas sobre as células, desenvolvimento dos animais, do homem e do ambiente com a vida de Lucy, uma jovem que está estudando em Taiwan e acaba caindo em um esquema de drogas. Enquanto Lucy passa por momentos aterrorizantes nas mãos dos traficantes, o Professor Morgan dá aulas sobre a capacidade do ser humano de utilizar seu cérebro, questionando como seria se púdessemos utilizá-lo mais: 15%, 20%, 50%… 100%. Talvez o homem fosse capaz de controlar o próprio corpo, o copo dos outros, a matéria! Enquanto isso Lucy acorda com uma bolsa da nova droga CPH4 alojada em seu abdomem, para um “serviço de mula”. Momentos depois do transporte da droga, Lucy recebe chutes na barriga, o que faz com que o pacote se exploda e tome seu organismo. Progressivamente a substância a transforma em uma “superhumana” capaz de utilizar cada vez mais seu cérebro.

As duas vertentes do filme desaguam no encontro entre Lucy e o Professor Norman (Morgan Freeman), unidos no propósito de resguardar todo o conhecimento que Lucy adquiriu. Mas até que consigam, serão muitos socos, tiros, chutes, efeitos especiais e destruição no trânsito. Além disso, temos cenas finais simplesmente incríveis que não conseguirei e nem tentarei descrever. Corre pro cinema! Vale a pena.

Síndrome do Coitadismo

3 out

Sindrome de Coitadismo

Existe uma nova doença que a cada dia acomete mais e mais brasileiros. Ela não é contagiosa mas quem a possui escolheu tê-la. E a exibe com orgulho. É a síndrome do coitadismo! Tais pessoas preferem reclamar das condições em que vivem, da economia, das empresas, dos patrões, dos colegas de trabalho do que fazer algo por si mesmos. Quem nunca encontrou com um ser desses? Para eles a vida conspira contra os “pobres coitados” e invariavelmente depositam as esperanças de melhorias nos governos. Se tornam dependentes emocionalmente e financeiramente. A maioria prefere a esmola do governo do que tomar as rédeas da própria vida. O grande problema é que os maus políticos se aproveitam da ingenuidade e dependência desses brasileiros tornando direitos e garantias fundamentais presentes na nossa Constituição em moeda eleitoral.

Os que sofrem dessa síndrome geralmente se escondem atrás de um cartão governamental ao invés de aproveitarem o auge da produtividade de suas vidas. O que podemos fazer para não pegar essa doença? Primeiramente ter uma atitude positiva em relação às adversidades que a vida nos apresenta. Afinal, todos sempre teremos problemas, a diferença das pessoas bem sucessidas é o que resolvem fazer com os problemas: enfrentam de frente sem choramingar, por mais difícil que possa ser. Depois é preciso ser prático, sair da zona de conforto ajuda muito. É fácil reclamar que não há emprego sentado no sofá. Tem que ir pra rua, por a cara pra bater, arriscar. As dificuldades são vencidas assim, aos pouquinhos mas de frente.

 Por Vinicius Prudente de Campos

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